quarta-feira, 31 de maio de 2017

Budapeste: o paraíso ainda ignorado por muitos brasileiros [PARTE 2]

Oi, povo bonito. Voltei pra terminar o meu relato sobre essa cidade maravilhosa que conquistou meu coração (sem pieguices, conquistou MES-MO!) e me deixou com um baita gosto de quero mais. Clicando aqui, vocês conferem a primeira parte desse post com as dicas gerais e o meu primeiro dia na cidade. 




Então, vamos lá para a segunda parte dessa história de amor! Rsrs (Quanta carência). Bom, no segundo dia nós acordamos de ressaca (como previsto) e um pouco tarde; já era quase meio-dia quando levantamos da cama do hostel. Demos sorte porque, apesar de termos pego um quarto para 6 meninas, praticamente ficamos só nós duas todos os dias, então podemos dormir tranquilas.

Acordamos e fomos direto para a Basílica de Santo Estêvão, a maior igreja de Budapeste, com 96 metros e capacidade para 8.500 pessoas. A igreja, de estilo grego, com arquitetura e decoração maravilhosas, não funciona apenas de “museu” (como muitas outras igrejas aqui na Europa) e lá são realizadas missas, inclusive em inglês. Segundo o site oficial, a catedral é o 10º prédio mais fotografado do mundo.

Exterior da linda Basílica de Santo Estêvão




E o melhor: a entrada é gratuita, sendo necessário apenas doar uma quantia simbólica para a manutenção da igreja (eu doei 1 euro). Você paga apenas se quiser subir até o topo, o que nós não fizemos.  Ah, e a igreja fica na frente de uma praça bem grande, servida com muitos cafés e restaurantes ao redor. Esse é um lugar OBRIGATÓRIO pra conhecer, ok?

Praça


Em seguida, caminhamos até a Budapest Eye (a roda-gigante da cidade, no estilo da London Eye, com 65 metros de altura). No preço de estudante, paguei cerca de 7 euros pra dar umas voltas (não tenho certeza do preço, mas foi por aí) e a vista é simplesmente espetacular. Carol não quis ir (medrosa. Buhh!), mas eu fui sozinha mesmo.. Rsrs! O passeio dura uns 6-7 minutos e dá 3-4 voltas completas. Pra quem gosta das vistas lá do alto, vale a pena!

Vista lá do alto


Budapest Eye


Pegamos um tram (bondinho) e seguimos até a famosa Praça dos Heróis, uma das mais importantes de Budapeste e bem em frente ao lindíssimo parque da cidade (jajá falaremos mais dele!). Como o próprio nome diz, essa praça foi construída em homenagem aos heróis da cidade e conta com estátuas de vários deles espalhadas pelos dois lados, além de uma coluna de 36 metros localizada bem no centro da praça, com o Arcanjo Gabriel no topo.

Em volta da praça, ainda estão Museu de Belas Artes de Budapeste à esquerda e o Palácio da Arte (ou Museu de exposições artísticas) à direita. Não visitamos nenhum dos dois, mas a praça em si já é um lugar maravilhoso pra passear, apreciar a história local e conhecer os heróis desse povo.

Praça dos Herois

Eu e Carol

Como a gente já estava por ali mesmo, resolvemos dar uns passinhos a mais para conhecer o Parque da Cidade. AINDA BEM que fizemos isso. O parque é maravilhoso, gente! E como estava um dia bonito de sol e temperatura agradável, estava cheio de gente correndo, passeando, pedalando naqueles carrinhos de cerveja, ou simplesmente deitada na grama tomando sol.

Como nós somos duas crianças grandes, fomos logo no pedalinho curtir uma “volta no lago”, que na verdade tinha 30cm de profundidade, mas só descobrimos depois! Rsrs Mesmo assim, foi mara!! Escolhemos a ferrari com o logo da polícia e fomos pedalar –demoramos uns 5 minutos pra entender como funcionava e perceber que não iríamos afogar, já que o lago é raso, mas aí depois foi só correr pro abraço! Hahaha O passeio de 30 minutos custou 2.000 FT (6,5 Euros).

As policiais do passeio de pedalinho rsrs


Dentro do parque, tem várias opções do que fazer, incluindo um zoológico e um pequeno castelo. Mas nós resolvemos só dar mais uma volta e ir comer, afinal ninguém é de ferro. Bebemos um “Hugo” (bebida que eu não conhecia até vir morar na Alemanha, MUITO BOA!! Precisa chegar logo no Brasiiil) pra refrescar e depois fomos para a Danube Promenade, que é a rua bem em frente ao rio Danúbio, do lado Peste.

HUGO!


Paramos em frente ao hotel Marriott pra comprar o ticket do passeio de barco, porque Carol queria porque queria fazer o passeio noturno – mas confesso que valeu muito a pena. São vááárias opções de passeios nos mais diferentes tipos de barcos, com ou sem bebida, jantar ou música. Pegamos o barco que sairia às 20h, ainda estava meio claro, mas na volta já dava pra ver todas as pontes e os prédios iluminados, muito maravilhoso! Conhecemos vários brasileiros nesse passeio, inclusive. Rsrs Foi bem divertido.

Parlamento iluminado à noite. Sem palavras.


Brasileiras reunidas jamais serão vencidas! Rsrs


Voltamos pro hostel já umas 21h30 e só deu tempo de trocarmos de roupa pra sair de novo. Ficamos um pouco no bar do hostel, onde, claro, conhecemos mais pessoas, nos unimos e fomos para um dos Pubs mais famosos, o Szimpla. Bem bacana também, ambiente grande, agradável. Recomendo!

Carol foi embora mais cedo (pra variar), mas minha noite rendeu mais um pouco e eu só fui dormir por volta das 4 da manhã. No dia seguinte (que era praticamente nosso último dia), acordei tarde de novo! Rsrs Carol saiu com um pessoal que havíamos conhecidos na primeira noite e eu resolvi ligar meu botão de produção independente e ir passear sozinha. Amo/sou.

Primeiro, fui ao tão falado Mercado Central. Achei o máximo, muito grande, cheio de variedades de frutas, doces, mochilas, souvenires, comida típica e tudo o mais que você imaginar. Fiquei 1 horinha lá provando as coisas, mexendo em tudo e parti pro Bastião dosPescadores, um dos monumentos mais lindos da cidade e cheio (C H E I O) de história pra contar.

Mercado Central

Doces húngaros...
Bastião dos Pescadores

Vista espetacular do Bastião dos Pescadores





As sete torres que formam o Bastião foram construídas no século 19 para representar as sete tribos húngaras que fundaram o país no ano 895. A entrada é gratuita e você precisa pagar apenas se quiser subir no ponto mais alto da torre, mas eu achei que já era suficiente de onde eu estava mesmo. Econômica sempre. J

Dei mais uma passeada pela Danúbio Promenade, visitei as lojas e fui tomar um vinho acompanhado de uma massa maravilhosa em um restaurante italiano ali por perto. Sozinha. Acho que todo mundo deveria tentar fazer uns programas sociais sozinha de vez em quando, principalmente as mulheres, pra aprender a se curtir, descobrir o que gosta e o que não gosta, sem ter que agradar a ninguém. É maravilhoso. Confiem em mim!

É isso, gente. No dia seguinte, acordamos cedinho e partimos para o aeroporto. Esses motivos que eu levei dois posts inteiros e enormes para digitar são os que me levaram a colocar Budapeste no meu TOP 5 Europa, pois eu moraria lá facilmente! Acrescentem nos seus roteiros e garanto que não irão se arrepender! J

Beijos e até a próxima.

Pri.



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